<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878</id><updated>2009-07-28T21:52:48.045-07:00</updated><title type='text'>Blog JT</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-5116472587910009766</id><published>2009-07-28T10:53:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T11:12:48.042-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Lançamento do Novo Portal Azzu</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na quarta-feira dia 01/julho de 2009 a Netsite lançou oficialmente o novo portal Azzu&lt;/span&gt;. É com enorme prazer que a Netsite apresenta a todos vocês o novo portal Azzu, oferecendo seviços &lt;a href="http://www.azzu.com.br"&gt;VoIP &lt;/a&gt;no segmento &lt;a href="http://www.azzu.com.br/empresas"&gt;empresarial&lt;/a&gt;. Uma equipe especializada esta sempre trabalhando para melhor atender os clientes deste segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.azzu.com.br"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Entrem e confiram!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-5116472587910009766?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/5116472587910009766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=5116472587910009766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5116472587910009766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5116472587910009766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2009/07/lancamento-do-novo-portal-azzu.html' title='Lançamento do Novo Portal Azzu'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-6049980870637859620</id><published>2008-10-08T19:37:00.000-07:00</published><updated>2008-10-09T11:34:34.211-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Mobilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Atualmente no mundo, existem aproximadamente 3,0 bilhões de usuários móveis, e esse número deve crescer nos próximos anos. Hoje em dia os telefones móveis são mais predominantes no desejo das pessoas. Hoje, os adolescentes estão usando os telefones móveis para substituir, por exemplo, o relógio, a agenda de contatos e de compromissos, a câmera fotográfica ou filmadora, o MP3 player e até mesmo equipados com tecnologias Wi-Fi, Voip e GPS.  Podemos dizer que o telefone móvel será o produto ao consumidor mais prolífico já inventado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Você já deve imaginar o poder que esses dispositivos têm?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone móvel que você utiliza, possui um sensor que aponta a carga da bateria utilizada, um medidor de luz que determina a intensidade da luz de fundo da tela e nos modelos mais avançados, um sensor de localização, acelerômetro que detecta o vetor e a velocidade de movimento, e até mesmo uma bússola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quais seriam as perguntas mais clássicas sobre o assunto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;O que podemos fazer com tanta tecnologia existente em um só aparelho?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As informações contidas no aparelho estão seguras?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Qual seria a forma ideal de utilizar os serviços disponíveis no telefone?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Pensando na quantidade de usuários no mundo (4,0 bilhões até 2010), podemos imaginar as ofertas de serviços que podemos oferecer diante de tanta tecnologia em um só equipamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projete essas tendências por mais 10 anos. 24 horas por dia, você estará carregando um dispositivo bem potente, com ótimos sensores. E o ponto interessante é que todas as outras pessoas também estarão dispondo da mesma tecnologia. Assim o que você vai fazer com ele no futuro que já não está fazendo agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como seria bom um serviço de alertas inteligentes:&lt;/span&gt; Seu telefone será inteligente e vai alertá-lo quando algo precisar de sua atenção. No futuro essas aplicações vão ficar mais inteligentes ainda, antecipando suas preferências de forma personalizada,  fornecendo somente as informações que você desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu telefone sabe que você está indo para o centro da cidade para jantar e o alerta sobre as condições do trânsito ou os melhores lugares para estacionar e até mesmo indicar lugares de sua preferência, que estariam próximas a você para o seu jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tribos conectadas tornam-se a tendência atual:&lt;/span&gt; Imagine um espaço onde você disponibiliza seus comentários, fotos, vídeos, textos. Quando todos estão fazendo o mesmo, você tem uma realidade onde as pessoas de todos os cantos do planeta estão vendo suas experiências em tempo real. Essa quantidade maciça de conteúdo é arquivada, selecionada e reenviada para outras pessoas em novas e interessantes formas. Pergunte à web sobre os locais mais interessantes em sua vizinhança e seu telefone mostra críticas e imagens que as pessoas adicionaram sobre atrações próximas. Você gostou do que viu? Seu telefone envia as instruções de como chegar lá com os alertas inteligentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sensores no mundo:&lt;/span&gt; Seu telefone sabe tudo ao seu redor. Se você pegar essa inteligência e combiná-la na nuvem com a inteligência de todos os outros telefones, teremos uma imagem incrível do que está acontecendo no mundo naquele momento. Atualizações das condições meteorológicas podem ser baseadas não em centenas de sensores, mas centenas de bilhões deles. Relatórios sobre o trânsito podem se basear nesses sensores, criando serviços de geo referenciamento e situação de transito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O dispositivo no futuro: &lt;/span&gt;Seu telefone vai se abrir, como a Internet já o fez, assim será fácil para os desenvolvedores criarem ou aprimorarem aplicações e conteúdo. Aqueles que você quiser serão automaticamente instalados em seu telefone. Digamos que um desenvolvedor faça uma melhoria no software. A atualização será automaticamente instalada em seu telefone, sem que você precise levantar um dedo. Seu telefone na verdade fica melhor com o decorrer do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As informaçoes mais seguras:&lt;/span&gt; Seu telefone vai oferecer ferramentas e informações que vão ajudá-lo a decidir o que você vai ver e o que você irá compartilhar. A confiança é a moeda mais importante no mundo sempre conectado, e seu telefone vai ajudá-lo a ficar no controle de suas informações. Você pode decidir não compartilhar nada, ou somente compartilhar certas coisas com certas pessoas. Você tomará essas decisões com base nas informações que recebe de provedores de serviços e software, além das classificações coletivas da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu acredito que o fator que será mais discutido nos próximos anos, será o fato de que suas informações estarão seguras e que você não irá sofrer com a quebra de privacidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Fiquem de olho nos serviços que poderão ser oferecidos com o crescimento da telefonia móvel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por: Juliano Tannous&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Data: 09 de outubro de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:1;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-format:other; 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parece ser o navegador que mostrará do que se trata a tal da computação em nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao desenvolver um navegador desde o seu princípio, o Google quis melhor o acesso ao que a internet disponibiliza hoje, e ao que ela tem a oferecer para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o engine de JavaScript V8 desenvolvido pelo Google, a renderização de conteúdos pode ser feita de uma forma bem mais rápida - apesar de, no momento, ainda existirem algumas incompatibilidades com alguns sites. Baseado em código aberto, o mecanismo pode ser incorporado tanto em outros navegadores, tanto como em outras aplicações, fazendo com que o acesso a conteúdos criados em Java e AJAX, por exemplo, tenham melhor desempenho e permitam uma melhor experiência para os usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem tem mais interesse nisto do que o próprio Google com sua estratégia de &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/search.asp?cx=002032681383739396538%3Aabokw5wybas&amp;amp;cof=FORID%3A9&amp;amp;q=cloud+computing&amp;amp;sa=Buscar#974"&gt;cloud computing&lt;/a&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que chama bastante atenção é o recurso de criar atalhos no desktop para sites. Coisa antiga, tudo bem. Mas antes, o atalho não abria em uma janela separada, como um processo independente, oferecendo uma experiência muito próxima à de rodar uma aplicação como se ela estivesse instalada localmente. Agora, o Google Docs, o Gmail, além de outros produtos do Google e dos adeptos do modelo de software como serviço (SaaS), vão parecer aplicações instaladas no computador - desde que a conexão à internet ajude, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por rodar processos paralelos, o Chrome consome mais memória no Gerenciador de Tarefas do Windows. No entanto, por ter essa característica suas janelas estão menos suscetíveis às panes gerais experimentadas com o IE e o Firefox. Mais um ponto para a usabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google garante que seu apoio à Mozilla Foundation será mantido da forma como está hoje, e que a relação entre os dois não será alterada. Até por quê, não poderia ser diferente. O Chrome usou muita coisa desenvolvida para o Firefox, e também tem muito a oferecer ao navegador, ampliando assim, a base de competição com o Internet Explorer. Agora é esperar a resposta da Microsoft, que recentemente disponibilizou o segundo beta do IE 8. Será que ela vai incorporar conceitos do Chrome?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Gustavo Brigatto&lt;br /&gt;02/09/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-2609608046981449780?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/2609608046981449780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=2609608046981449780' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/2609608046981449780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/2609608046981449780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/09/google-chrome-o-navegador-das-nuvens.html' title='Google Chrome: o navegador das nuvens'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-5041163213999356807</id><published>2008-09-01T18:20:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T18:22:40.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Uma nova perspectiva sobre os navegadores</title><content type='html'>&lt;p&gt;Costumamos dizer no Google: “lance rápido e inove.” Apesar de essa estratégia ser voltada ao nosso desenvolvimento de produtos, aparentemente também se aplica ao nosso serviço de correio! Como vocês já devem ter acompanhado pela movimentação da blogosfera, apertamos “enviar” um pouco cedo demais com a versão &lt;a href="http://books.google.com/books?id=8UsqHohwwVYC&amp;amp;printsec=frontcover"&gt;HQ&lt;/a&gt; que introduzia nosso novo navegador (browser) de código aberto, Google Chrome. O lançamento da versão beta do Google Chrome oficialmente é nessa terça-feira, dia 02, em mais de 100 países.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, então, por que estamos lançando o Google Chrome? Porque acreditamos que podemos contribuir para melhorar a experiência dos usuários de Internet e, ao mesmo tempo, ajudar a fomentar a inovação na web.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Google, passamos boa parte do nosso tempo usando navegadores. Os usamos para fazer buscas, conversar online, criar e editar documentos, planilhas e apresentações, enviar e-mails e muito mais. Naturalmente, como muitos, quando temos algum tempo livre também fazemos compras online, transações bancárias, lemos notícias e mantemos contato com os amigos – tudo, a partir de um navegador. Assim, como muitos usuários de Internet, passamos cada vez mais tempo online e fazemos coisas que nunca imaginávamos fazer com os primeiros navegadores que surgiram há mais de 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, como passamos muito tempo online, começamos a pensar seriamente como seria um navegador se pudéssemos começar do zero e se aproveitássemos os melhores componentes e recursos dos navegadores que temos hoje. Considerando que a web evoluiu muito (das páginas bem simples, praticamente de texto, chegando às aplicações interativas que temos hoje) temos que repensar por completo o papel dos navegadores. De modo que, o que realmente precisávamos, não era um navegador, e sim uma plataforma para rodar aplicações e páginas web. Foi justamente isso que nos propusemos a construir.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso estamos lançando a versão beta de um novo navegador de código aberto: Google Chrome.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na superfície, nos esmeramos em desenhar uma janela simples e limpa. Para a maioria das pessoas, o navegador não é o que importa, é simplesmente uma ferramenta para alcançar o que realmente importa: as páginas, sites e aplicações que formam a web. Do mesmo que a clássica página do Google, o Google Chrome é limpo e rápido. E não se coloca entre você e o que realmente quer fazer na Internet.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seu interior, abaixo da superfície,  construímos os fundamentos de um navegador que pode atender às exigentes e complexas aplicações de hoje. Mantendo cada guia (tab) em seu próprio ambiente, isolado, evitando que um erro em uma guia cause problemas para as demais. Também melhora a capacidade do navegador de proteger os usuários e suas máquinas de sites que abrigam software maliciosos. A velocidade e o tempo de resposta foram melhorias importantes, construímos o V8, um motor de JavaScript mais poderoso para impulsionar a próxima geração de aplicações web, que não são possíveis nos navegadores de hoje.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este é só o começo e sabemos que o Google Chrome ainda tem um bom caminho a percorrer. Lançamos esse beta para Windows para gerar um diálogo construtivo e ouvir o que você pensa. Também estamos trabalhando intensamente em uma versão para Mac e outra para Linux e continuaremos fazendo o Google Chrome um navegador mais rápido e mais robusto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devemos muito a vários projetos também de código aberto e que contam com nosso compromisso de seguir seu caminho. Usamos componentes do WebKit da Apple e do Firefox da Fundação Mozilla, entre outros, e é com esse mesmo espírito que nosso código também permanecerá aberto. Esperamos colaborar com a comunidade e, assim, impulsionar o futuro da web.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cada dia a web se torna melhor, com mais opções e inovações. O Google Chrome é outra alternativa e esperamos que contribua para o desenvolvimento da Internet.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Visite-nos nesta terça-feira e experimente o Google Chrome. Faremos outro blogpost aqui assim que o Chrome estiver pronto para ser baixado dos nossos servidores.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por: Sundar Pichai Vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Linus Upson, Diretor de Engenharia&lt;br /&gt;9/01/2008 09:22:00 PM &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-5041163213999356807?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/5041163213999356807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=5041163213999356807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5041163213999356807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5041163213999356807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/09/uma-nova-perspectiva-sobre-os.html' title='Uma nova perspectiva sobre os navegadores'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-6699365091485469767</id><published>2008-09-01T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T18:11:18.764-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Google lança navegador de código aberto</title><content type='html'>&lt;em&gt;Com rumores ventilados desde 2006, navegador chega definitivamente para competir com o Internet Explorer&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente chamado de Google Browser, o navegador de internet do Google foi confirmado nesta segunda-feira (01/09) sob a alcunha Google Chrome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://googleblog.blogspot.com/2008/09/fresh-take-on-browser.html" target="_blank"&gt;blog oficial da empresa&lt;/a&gt;, o post de Sundar Pichai, vice-presidente de gerenciamento de produto, e Linus Upson, diretor de engenharia, confirmam um rumor ventilado no &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://online.wsj.com/article/SB122029908090487903.html?mod=hpp_us_whats_news" target="_blank"&gt;Wall Street Journal&lt;/a&gt; nesta segunda-feira (01/09), mas que já existia desde 2006. "Porque estamos lançando o Chrome? Por que acreditamos que podemos adicionar valor aos usuários, e, ao mesmo tempo, ajudar a estimular a inovação na web", escrevem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio do aplicativo será feito simultaneamente em cem países, inclusive no Brasil, onde uma coletiva de imprensa foi antecipada de quarta-feira (03/09), para esta terça (02/09). A assessoria de imprensa do Google Brasil não quis comentar o assunto, mantendo mistério sobre o anúncio a ser feito durante a coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Percebemos que a web tinha evoluído de páginas simples de texto para aplicações ricas e interativas, e que precisávamos repensar completamente o navegador. O que necessitávamos realmente não era só um navegador, mas também uma moderna plataforma para páginas web e aplicações, e foi isso que nos dispusemos a fazer", Pichai e Upson. Segundo eles, o desenvolvimento do Chrome foi feito a partir do zero.   Em princípio, o navegador será lançado em versão beta para o Windows para "começar uma discussão mais ampla" e escutar dos usuários "o mais rápido possível". Versões para o Mac e para o Linux também estão sendo desenvolvidas. O aplicativo foi desenvolvido usando componentes do Apple WebKit e do Mozilla Firefox, além de outros projetos de código aberto, e estará equipado com o Google Gears, e o JavaScript Virtual Machine V8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No blog &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://blogoscoped.com/archive/2008-09-01-n47.html" target="_blank"&gt;Google Blogoscoped&lt;/a&gt;, mais detalhes sobre o funcionamento do Chrome são dados. Entre eles estão abas especiais, que ao invés de ficar dentro da janela, embaixo da barra de endereço, ficam fora, como em um ficheiro. Com relação à segurança, o navegador permitirá janelas em modo "incognito" e "nada que ocorra nesta janela será gravado neste computador" - recursos batizados de InPrivate no Internet Explorer 8. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por IT Web&lt;br /&gt;01/09/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-6699365091485469767?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/6699365091485469767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=6699365091485469767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/6699365091485469767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/6699365091485469767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/09/google-lana-navegador-de-cdigo-aberto.html' title='Google lança navegador de código aberto'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-4767678412981780293</id><published>2008-08-31T17:40:00.000-07:00</published><updated>2008-08-31T17:43:17.442-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>VoIP sob medida</title><content type='html'>&lt;em&gt;O Equilíbrio na especificação de um projeto de voz sobre IP é um fator decisivo de sucesso&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um dos mais novos paradigmas da área de tecnologia da informação é a disseminação do uso da Voz sobre IP  (voip) nas empresas. A tecnologia em si não é nova. Surgiu em 1995. Mas apenas nos últimos anos, principalmente no Brasil, é que diversos elementos - como qualidade da banda ofertada pelas operadoras, hardwares e softwares - atingiram maturidade suficiente para que o VoIP começasse a ser utilizado em operações de missão crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser novo, muitos gestores de TI ainda têm medo de apostar na tecnologia e preferem investir em soluções de telefonia convencionais, mesmo sabendo que elas, em breve, estarão obsoletas. Esse pânico é injustificado e deve ser superado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que, hoje, há no mercado possibilidades praticamente ilimitadas para os profissinais de TI que desejarem implementar soluções de voz sobre IP em suas empresas. E milhares de vendedores prometendo verdadeiros milagres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de adquirir qualquer produto aparentemente "maravilhoso", faz-se necessário buscar o equilíbrio entre as necessidades das demandas do negócio e as inúmeras funcionalidades ofertadas. Ter claro o que é necessário para o negócio é crucial para o desenvolvimento de uma solução aderente e eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande disponibilidade de funcionalidades somada à tentação de implementar mais recursos do que o necessário pode inchar demasiadamente o projeto, encarecendo-o, aumentando sua complexidade e expondo-o a riscos sem alcançar os respectivos benefícios.Outro ponto importante que deve ser observado na adoção de VoIP são quais restrições as licenças de uso dos equipamentos e dos softwares irão impor. Para fugir de propriedade intelectual restritiva e garantir a tão aclamada flexibilidade deve-se buscar tecnologias baseadas em software livre. Como não exigem o pagamento de licenças, há uma enorme redução de custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ressaltar que a razão principal para o uso de softwares livres é a qualidade dos produtos. Desenvolvidos colaborativamente por profissionais e empresas usuárias em todo o mundo, esse tipo de software tem um nível de atualização e inovação mais rápido do que alternativas mantidas por corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo do VoIP, a grande estrela é o software livre Asterisk, uma solução completa para serviços de telecomunicações. Reúne os principais protocolos de comunicação utilizados em todo o planeta e substitui caras peças de hardwares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas considerações foram colocadas em prática no Voz Ativa, uma central de atendimento telefônico da Cobra Tecnologia para a assistência técnica dos terminais e caixas eletrônicos do Banco do Brasil, espalhados por 3,5 mil cidades em todo o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou dentro da própria Cobra, com uma requisição da diretoria de infra-estrutura (responsável pelos terminais bancários) à gerência de software. A demanda veio com uma especificação muito semelhante às soluções baseadas em arquitetura de hardwares e softwares proprietários, já que o universo de soluções conhecidas estava prioritariamente nesse mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estudos técnicos envolvendo as áreas de contact center, redes e comunicação, software livre e manutenção, reavaliou-se o pedido inicial e houve foco nos resultados tangíveis para o negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, cerca de um ano após sua implantação, o Voz Ativa recebe uma média de 1,3 mil ligações diárias e permite que um atendente solucione algumas reclamações mais comuns por telefone, sem ter que acionar um técnico de campo, que iria até a agência corrigir o defeito de um terminal de auto-atendimento, muitas vezes sem necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, o índice de disponibilidade dos equipamentos cresceu de 96% para 97,1%. Pode parecer pouco, mas em um mês são aproximadamente 500 deslocamentos técnicos a menos, a maioria intermunicipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo principal do Voz Ativa não é a manutenção pelo telefone, mas levantar informações técnicas relevantes que permitam ao profissional já ir preparado para o que vai encontrar. A redução de chamados improcedentes e a possibilidade de conclusão do serviço na primeira chamada também aumentaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo estimado inicialmente para a implantação da Central para Assistência Técnica era de R$ 1,15 milhão, considerando-se a estrutura convencional utilizada para centrais de atendimento.O uso de Asterisk, somado a outras ações na implantação do projeto, como o uso de microcomputadores de fabricação da própria Cobra, reduziu o investimento inicial do projeto. Caiu para quase um terço o valor previsto inicialmente: R$ 350 mil. Há ainda um custo fixo mensal aproximado de R$ 128 mil, que são as despesas com recursos humanos e despesas operacionais. Com a redução de visitas técnicas e a melhoria da satisfação dos clientes o retorno do investimento já ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For IT by IT de InformationWeek Brasil.&lt;br /&gt;por João Cassino e Luiz Fuzaro&lt;br /&gt;29/08/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-4767678412981780293?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/4767678412981780293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=4767678412981780293' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/4767678412981780293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/4767678412981780293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/voip-sob-medida.html' title='VoIP sob medida'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-6149561791579552637</id><published>2008-08-31T17:28:00.000-07:00</published><updated>2008-08-31T17:33:21.176-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Os erros de SOA</title><content type='html'>Os benefícios propostos são inúmeros. Mas alguns erros podem comprometer todo o projeto de uma corporação. Que tal descobrir como evitá-los?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos permanecem céticos a respeito dos benefícios propostos pela nova coqueluche do mercado, a SOA (Software Oriented Architecture ou Arquitetura Orientada a Serviço). Explicar essa desconfiança não é tarefa difícil. Afinal, com uma observação mais apurada, é possível identificar erros comuns em diversas iniciativas de implementação. Para se alcançar as vantagens esperadas é preciso superar obstáculos, alguns técnicos e outros políticos. Implementar SOA representa cumprir etapas pragmáticas, com objetivos de longo prazo e com uma otimização que pode ser alcançada rapidamente. Vamos conhecer alguns erros mais comuns de SOA e, principalmente, como evitá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro erro a ser destacado é a "exuberância irracional de SOA”. Os componentes pré-SOA foram projetados para aperfeiçoar as operações de engenharia de software. Por isso, o projeto deve ser uma etapa independente e dedicada. Planeje os serviços em funções do negócio e não como os módulos de software técnicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrelado a isso, pode-se identificar outro erro: “a não preocupação com os dados”. Os serviços de SOA são recursos de longo prazo. Quando estes serviços não têm um planejamento sistemático, podem até trabalhar bem para projetos curtos. Mas serão ineficientes para o objetivo final. Quando se esquece os dados no decorrer do processo, facilmente pode-se conduzir o trabalho para um mau desempenho, o que interfere na integridade da aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro “pecado” é delegar SOA para os "técnicos". Uma das grandes promessas do SOA é estreitar a distância entre a TI e o negócio da empresa. Por isso, reconheça que o projeto de SOA é um desafio compartilhado para o negócio da empresa e não o deixe apenas com a área de TI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo nesta linha, é muito comum derrapar na falha conhecida como “começar grande”. SOA é uma iniciativa de longo prazo e bastante complexa. Por isso, é preciso investir no desenvolvimento das melhores práticas e promover a cultura dentro da organização antes de iniciar o projeto. Deve-se adotar um crescimento gradual com a subdivisão do projeto em componentes menores. O esforço deve ser aplicado inicialmente em um espaço relativamente pequeno e expandido com o tempo. Crie expectativas de longo prazo, mas execute o projeto incrementando e aprendendo durante o processo. Assim é possível controlar os riscos de transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma falha comum é “começar no lugar errado”. Para escapar desta ameaça, é preciso perguntar: onde se dá o início do ciclo de negócio? É exatamente onde deve ser iniciado o projeto crítico em SOA. Por fim, deve-se destacar o fator “Todos pensam como você”. Como foi apontado anteriormente, este é um esforço em longo prazo. Cada nível da implantação tem um papel distinto. Provavelmente, cada um dos envolvidos também possui uma compreensão diferente. Considere estas diferenças e exercite a comunicação empresarial em todos os níveis da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como último ponto, não devemos “adotar SOA antes de estarmos pronto”. É fundamental apostar em um projeto de escala reduzida, que não exija altos investimentos ou habilidades sofisticadas. Em seguida, a corporação que adotou SOA recentemente deve se concentrar em esforços para introduzir outras iniciativas de pequeno porte dentro da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Miguel Ornelas,&lt;br /&gt;29/08/2008 às 10:27&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-6149561791579552637?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/6149561791579552637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=6149561791579552637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/6149561791579552637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/6149561791579552637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/os-erros-de-soa.html' title='Os erros de SOA'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-7403328656068319290</id><published>2008-08-28T14:13:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T10:13:59.399-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Monte uma arquitetura de sucesso</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Em uma série de quatro matérias, IT Web mostra como eliminar as dúvidas e perceber que sua infra-estrutura é um agente para o êxito&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não deixe que o hype da terceirização faça você se distrair. Para a maioria das organizações, a infra-estrutura de TI ainda é um fator de diferenciação. Os arquitetos de redes e de sistemas, que tomam suas decisões com base em informações, não somente vão continuar a ser relevantes, como também contribuirão para os resultados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas qual é a chave para o sucesso? Defina um uso inteligente das novas tecnologias, como a arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês) e a virtualização, ao mesmo tempo em que mantém em vista os novos aprimoradores de eficiência, como a tecnologia de voz sobre Wi-Fi.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na área da virtualização de servidores, o segredo não está em aumentar o número das máquinas virtuais (MVs), mas, sim, em assegurar que a expansão mal projetada das MVs não coloque em risco dados sigilosos. Da mesma maneira, SOA é uma força "perturbadora", que exige controle.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em ambos os casos, é muito fácil se deixar levar por uma tecnologia atrativa, esquecendo-se da disciplina básica. Por outro lado, as iniciativas referentes à tecnologia de Vo-Fi estão enfraquecendo. Podemos por a culpa dessa situação em uma condição econômica difícil ou em WLANs com pouca capacidade, mas alguns de seus concorrentes estão dando aos seus funcionários a capacidade de acesso com um único número, ao mesmo tempo em que economizam em gastos com celulares. Com o padrão 11n despontando no horizonte, este é o momento apropriado para reavaliar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta segunda (25/08) a quinta-feira (28/08), acompanhe no IT Web uma série de quatro matérias que vai mostrar as chaves para uma arquitetura de sucesso. Confira as demais matérias: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50783"&gt;Ambiente virtual tem de ser tratado como físico (disponível a partir de 26/08) &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50786"&gt;Você quer SOA? Então, coopere. Aprenda a implementar arquitetura orientada a serviços (disponível a partir de 27/08)&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50788"&gt;Os impasses da convergência da voz sobre Wi-Fi (disponível a partir de 28/08)&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;por InformationWeek EUA&lt;br /&gt;25/08/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-7403328656068319290?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/7403328656068319290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=7403328656068319290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/7403328656068319290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/7403328656068319290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/monte-uma-arquitetura-de-sucesso.html' title='Monte uma arquitetura de sucesso'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-5124717655573352456</id><published>2008-08-28T10:11:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T10:12:40.764-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Os impasses da convergência da voz sobre Wi-Fi</title><content type='html'>&lt;em&gt;Principal barreira refere-se à disponibilidade do sistema, afinal as empresas não podem ficar sem telefone&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;As companhias que estão preocupadas em diminuir a carga de suas WLANs em relação aos custos referentes à tecnologia de voz sobre Wi-Fi (Vo-Fi) estão percebendo que a equação se modifica à medida que o padrão 802.11n se torna mais popular. A atração exercida pela Vo-Fi é óbvia: integrando voz sobre IP, telefonia celular e Wi-Fi, uma nova era de serviços móveis de voz e dados se tornará realidade. Sendo assim, qual é o obstáculo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a mais recente pesquisa InformationWeek Analytics, sobre a adoção de voz sobre Wi-Fi, a principal barreira detectada é a preocupação no sentido de que a confiabilidade não será equivalente à de um tradicional sistema de telefonia conectada. A TI percebe que os usuários conseguem aceitar algum período de desativação de rede e a indisponibilidade de e-mails como uma condição normal, mas basta que os telefones fiquem fora de operação e haverá verdadeiro pânico nos refeitórios das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, algumas das prioridades da lista de preocupações são a segurança, os elevados custos dos sistemas e uma indefinida condição de ROI (retorno de investimento), que é improvável que se defina até que os sistemas herdados de TDM PBX cumpram seu ciclo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não é que uma situação totalmente estabelecida seria melhor. Os sistemas de voz sobre IP (VoIP) funcionam bem em redes conectadas, nas quais a qualidade de serviço pode ser fornecida com relativa facilidade, mas eles também deixam os usuários restritos a suas mesas de trabalho. As operadoras de telefonia celular realizam um trabalho muito melhor no sentido de possibilitar a mobilidade, mas os custos são altos, a capacidade de dados é limitada, e a disponibilidade de serviços dentro dos edifícios, freqüentemente, é problemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vantagens da tecnologia Vo-Fi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um telefone inteligente com capacidade multimodal, que pode comutar facilmente entre uma WLAN e uma rede celular, quando a tecnologia não estiver disponível, é uma grande melhoria, especialmente quando se acrescenta serviços de mobilidade, como a certificação de localização, acesso com um único número, detecção de presença e um dispositivo unificado de correio de voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a convergência entre comunicações fixas e móveis, possibilitada pela tecnologia de Vo-Fi, está tão próxima de uma tecnologia de sucesso garantido, que os usuários descobrirão isso. Os usuários obtêm o melhor de ambas as áreas, um fato refletido nos principais benefícios detectados pelos leitores: maior mobilidade, capacidade de operar a partir de locais remotos, enquanto mantém um único número de telefone, e uma redução nos custos das telecomunicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atual situação de crise econômica, os grupos de TI que tentam fornecer iniciativas de Vo-Fi farão bem em focalizar nas economias referentes às taxas de celulares - quando os funcionários têm uma linha telefônica conectada, no escritório, e também um telefone celular, não é incomum que colegas de trabalho utilizem rotineiramente o telefone celular. É da natureza humana não querer perder tempo tentando utilizar uma linha fixa, quando o mais provável é que a pessoa com quem se tenta falar não está sentada na sua mesa no escritório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o estudo não se dedique exclusivamente à convergência entre telefonia fixa e móvel, perguntamos aos respondentes quais eram suas opiniões sobre o valor da produtividade para eles, pessoalmente, em um sistema de telefonia com modo duplo, que permita que eles utilizem um único número de telefone para todas as comunicações corporativas, independentemente da localização física. Um montante de 85% indicou que um sistema como esse seria muito ou relativamente valioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a última parte de uma série de quatro matérias que mostrou as chaves para uma arquitetura de sucesso. &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50770"&gt;Confira a íntegra&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por David Molta e Lorna Garey / InformationWeek EUA&lt;br /&gt;28/08/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-5124717655573352456?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/5124717655573352456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=5124717655573352456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5124717655573352456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/5124717655573352456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/os-impasses-da-convergncia-da-voz-sobre.html' title='Os impasses da convergência da voz sobre Wi-Fi'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-9208299900557047983</id><published>2008-08-27T19:05:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T19:07:06.932-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Ambiente virtual tem de ser tratado como físico</title><content type='html'>&lt;em&gt;Estabelecer políticas relacionadas à segurança e ao gerenciamento é primordial. Reassuma o controle da distribuição inadequada de suas MVs&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Se você está passando pela transição de servidores físicos para máquinas virtuais sem ter uma estratégia de migração codificada ou um plano de gerenciamento estabelecido, pare imediatamente e volte lentamente para o estágio de data centers. Considere os seguintes aspectos: como você fará a auditoria em relação à adequação, se você não souber onde residem todas as suas máquinas virtuais (MVs) de produção ou nem mesmo quantas MVs você tem? Você pode garantir que as políticas de segurança para os dados sigilosos estão definidas? E quanto ao monitoramento do desempenho de aplicativos? Se um aplicativo importante que estiver sendo executado em uma MV apresentar falha de desempenho, provavelmente você não terá condições de identificar essa falha ou, muito menos, de diagnosticá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que estiverem experimentando uma leve sensação de dificuldade poderão precisar de uma intervenção antes de começarem a utilizar o Hyper-V da Microsoft, que para as companhias que utilizam o Windows Server 2008, custa muito menos do que outros hipervisores. Na mais recente pesquisa InformationWeek Analytics Virtualization Management, ficou claro que, mesmo antes de o Hyper-V ter sido oficialmente lançado, a Microsoft fez a Citrix "comer poeira", em termos de quais plataformas de virtualização de servidores os leitores planejavam colocar em produção até 2010. Um total de 38% mencionou o Virtual Server 2005 e/ou o Hyper-V, em comparação com apenas 10% que mencionaram o Xen. Ao todo, 65% esperam permanecer com o VMware Server/ESX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perguntamos sobre como as migrações em andamento de servidores virtualizados entre hosts físicos estão sendo gerenciadas, menos de um quarto dos respondentes afirmaram que empregam ferramentas especializadas de mobilidade para máquinas virtuais, seja na forma de pacotes, juntamente com suas plataformas de MV, ou a partir de um fornecedor terceirizado. Um total de 21% controla as migrações manualmente. Mas 56% disseram não dispor de nenhum mecanismo para realizar a migração das MVs de uma forma ordenada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admitir a necessidade de implantar uma política adequada representa metade da batalha. Em nosso relatório, foi identificado que os fabricantes estão oferecendo gerenciamento de virtualização, mas a realidade é que existem muitas coisas que a TI pode realizar para administrar o crescimento descontrolado, sem precisar investir em uma ferramenta específica para o gerenciamento de MVs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Premissas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lema vigente é: um servidor virtual continuará sendo um servidor, com todas as questões relativas a políticas, segurança e gerenciamento que uma máquina física tem. Crie uma declaração de missão que estabeleça objetivos organizacionais para a virtualização. O mais importante é que a economia de energia ou uma alocação de recursos de TI seja altamente flexível? Em seguida, faça o inventário de seus ambientes (físico e virtualizado), incluindo o mapeamento dos hosts de virtualização, as instâncias de MVs e os servidores físicos destinados à conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compare as políticas de adequação e segurança de dados com as exigências organizacionais e de gerenciamento, tais como períodos de pico de demanda e os métodos existentes para correção, operações em rede e sistemas de gerenciamento, que devem abranger os hosts de virtualização. Estabeleça controles estritos para a criação de MVs; se uma unidade de TI ou de linha de negócios não puder acrescentar um servidor físico à rede, também não terá condições de evitar os pontos de verificação formais de gerenciamento de mudanças para ampliar novas MVs. E assim que uma MV estiver estabelecida incorpore-a em seu programa vigente de gerenciamento de ciclo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a segunda parte de uma série de quatro matérias que vai mostrar as chaves para uma arquitetura de sucesso. &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50770"&gt;Confira a íntegra&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Joe Hernick e Lorna Garey / InformationWeek EUA&lt;br /&gt;26/08/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-9208299900557047983?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/9208299900557047983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=9208299900557047983' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/9208299900557047983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/9208299900557047983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/ambiente-virtual-tem-de-ser-tratado.html' title='Ambiente virtual tem de ser tratado como físico'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-3398619686659559857</id><published>2008-08-27T18:59:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T19:05:05.489-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Você quer SOA? Então, coopere e aprenda o que fazer para adotar</title><content type='html'>&lt;em&gt;Implementar arquitetura orientada a serviços exige colaboração entre os departamentos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês) se refere a dividir a funcionalidade corporativa em serviços compartilhados e reutilizáveis e, então, agrupar esses serviços em processos corporativos automatizados. Como a SOA é uma tecnologia instável, que pode afetar não somente o departamento de TI de sua companhia, mas também os setores de operações, contabilidade e uma infinidade de outros departamentos, partir para SOA exigirá um novo nível de colaboração entre os departamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que tudo, no entanto, uma bem-sucedida iniciativa de SOA requer um sólido programa de gerenciamento de TI. As companhias que tiverem problemas em controlar o ciclo de vida do desenvolvimento de software em seus departamentos de TI ou que tiverem realizado um trabalho insatisfatório no sentido de lidar com o retorno de investimento (ROI) dos projetos de TI, realizar o alinhamento corporativo e o gerenciamento de portfólio não descobrirão que a SOA resolve tudo. Na verdade, elas poderão apenas se aprofundar mais nos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como adotar SOA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ajuda o fato de que o mercado intermediário de SOA esteja passando por uma rápida consolidação, à medida que as companhias iniciantes procuram se expandir além de seus nichos e que as organizações maiores oferecem suítes que afirmam cobrir todas as necessidades de integração de serviços de uma companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório InformationWeek Analytics Report, examinamos a situação atual de quatro principais categorias de produtos intermediários de SOA - o barramento de serviços corporativos, o gerenciamento do tempo destinado a projetos, o gerenciamento de tempo de execução e as gateways de segurança de XML - e examinamos como elas se sobrepõem e como os fabricantes, dentro de cada categoria, planejam conseguir "dominar o mundo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nenhum produto irá eliminar seus problemas, a menos que a TI, primeiramente, compreenda que a SOA é um conceito de projeto, mesmo que freqüentemente seja confundido com tecnologias e práticas específicas, como a integração de middleware e aplicativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SOA depende do middleware para habilitar as comunicações entre os serviços distribuídos; isso vai além da prática de integração de aplicativos, que, geralmente, envolve a comunicação entre aplicativos herdados, em vez de uma fundamental redefinição de projeto. O problema é que isso normalmente resulta em dados duplicados sendo lidos e gravados em diversos silos, o que pode causar problemas de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em face da concorrência por parte das companhias iniciantes e também das grandes companhias do setor da internet, como Amazon.com e Google, as companhias estão lentamente percebendo o valor de oferecer serviços com base em SOA, que os clientes podem mesclar (em inglês, mashup) com outros aplicativos criativos orientados à web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de atrair novos clientes com capacidades inovadoras, é igualmente importante para as companhias fornecer serviços estáveis e confiáveis, que sejam capazes de proporcionar a alta qualidade de serviços que os usuários exigem atualmente. Sem o gerenciamento de TI, o mundo orientado à web, com sofisticados aplicativos para a internet e mashups compostos, pode facilmente se tornar instável e não confiável. Para melhorar suas chances de obter sucesso, estabeleça disciplina por meio de um sólido programa de gerenciamento de TI, no qual as questões de qualidade de serviço, de segurança e de gerenciamento sejam de igual importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a terceira parte de uma série de quatro matérias que vai mostrar as chaves para uma arquitetura de sucesso. &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=50770"&gt;Confira a íntegra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Roger Smith / InformationWeek EUA&lt;br /&gt;27/08/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-3398619686659559857?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/3398619686659559857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=3398619686659559857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/3398619686659559857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/3398619686659559857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/08/voc-quer-soa-ento-coopere-e-aprenda-o.html' title='Você quer SOA? Então, coopere e aprenda o que fazer para adotar'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-3308025716101341506</id><published>2008-06-25T10:36:00.000-07:00</published><updated>2008-06-25T10:49:41.633-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologias'/><title type='text'>Google quer unir mundos online e offline com Gears</title><content type='html'>&lt;em&gt;Projeto passa a focar integração entre aplicações online e nativas&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O Google comemora um ano do lançamento do Google Gears, anunciando mudanças nos rumos do projeto. Enquanto nos primeiros doze meses o objetivo era fazer aplicações web trabalhar offline, a partir de agora o objetivo é integrar os mundos online e offline, acrescentando ao navegador novas funcionalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das estratégias do Google foi retirar seu nome do projeto – que passa a chamar-se apenas Gears – para reforçar o caráter open source, o que significa abertura a uma multiplicidade de plataformas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desenvolvimentos baseados no projeto já começam a aparecer. A rede social MySpace está usando a Gears Database API com Full Text Search, para seu sistema de correio. O site de blogs WorldPress integrou o Gears para melhorar o desempenho e permitir que os usuários gerenciem seus blogs offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google Docs também adicionou recursos para trabalhar desconectado. O Google anuncia ainda, dentro da estratégia de abertura a diversas plataformas, que o Gears já suporta o Firefox 3 e o Safari. E a Opera está trabalhando com suporte ao Gears em suas ofertas para desktop e dispositivos móveis. O projeto já estava disponível para Internet Explorer e Firefox, nos sistemas Windows, Mac, Linux e Windows Mobile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"IT Web"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-3308025716101341506?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/3308025716101341506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=3308025716101341506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/3308025716101341506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/3308025716101341506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/06/google-quer-unir-mundos-online-e.html' title='Google quer unir mundos online e offline com Gears'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-1034294482605246274</id><published>2008-06-24T23:31:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T23:35:34.533-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>Amor vem antes e sexo vem depois, ou não</title><content type='html'>Quando contei, na semana passada, que a Rita Lee tinha feito uma música com letra de um artigo que escrevi sobre "amor e sexo", choveram e-mails pedindo o texto. Fiquei feliz com a música (que é linda) e porque me senti coadjuvante dessa luz que ela acendeu na cultura brasileira. Rita é um caso sério. Ela brilha, purpurina, avermelha, cintila, se traveste, cresce e diminui, incha e emagrece mas, no fundo, ela é um caso sério. Ela faz essa visagem toda para nos fazer engolir uma dourada pílula: sua importância cultural e política no País. Rita tirou São Paulo da caretice, foi a guerreira da alegria durante a ditadura pois, em 68, ela estava de noiva, florida, com caras e bocas, mutante, provando que, marchassem ou não os soldados, sua metamorfose continuaria e que sua alegria, alegria, era mesmo a prova dos noves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita não é só para ser ouvida; seus shows são um comício. A liberdade fica ali na cena, de back vocal, enquanto a Pátria, de botas e cabelo punk, dança rock, seguindo-a pelo palco como um Pluft. Eu não entendo de música, mas vejo a Rita aprontando há 30 anos, menina teimosa, sozinha, atacando o óbvio. Mas, seu protesto nunca foi chato, sua superficialidade é profunda.&lt;br /&gt;Como Rita é original... ninguém é como ela no Brasil... Me lembro quando ela criou uma marca no braço, sei lá, "ritalee", como um Chevrolet, Shell, pois ela sabe que não somos um "sujeito único", muito antes dessas pós-modernidades aí. Ela é uma pré-Björk. Ela nunca cantou de um só ponto de vista, porque Rita são várias; no palco, ela parece um conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita é a "mina" das "minas" de Sampa, frágil e corajosa, do balacobaco. Por isso, orgulhoso, atendendo aos e-mails que pedem explicação sobre esses estranhos tremores, gemidos e espumas que chamamos de amor-sexo, "copidesquei" o antigo texto e o republico, com petulante jeito de quem sabe das respostas - ai de mim, pobre pierrô fingindo de arlequim!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai o flash-back:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amor é propriedade. Sexo é posse. Amor é a lei; sexo é invasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é uma construção do desejo. &lt;strong&gt;Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele&lt;/strong&gt;. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre com tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio ou veneno - depende da quantidade ingerida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo vem antes. O amor vem depois. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sexo, o pensamento atrapalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor sonha com uma grande redenção. O sexo sonha com proibições; não há fantasias permitidas. O amor é o desejo de atingir a plenitude. Sexo é a vontade de se satisfazer com a finitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor vive da impossibilidade - nunca é totalmente satisfatório. O seexo pode ser, dependendo da posição adotada. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrário não acontece. Existe amor com sexo, claro, mas nunca gozam juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é mais narcisista, mesmo na entrega, na 'doação'. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo do egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do 'outro'. O sexo, mesmo solitário, precisa de uma 'mãozinha'. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até na maior solidão e na saudade. Sexo, não - é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora. O amor vem de nós. O sexo vem dos outros. 'O sexo é uma selva de epilépticos' (N. Rodrigues). O amor inventou a alma, a moral. O sexo inventou a moral também, mas do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um cowboy - quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: 'Faça amor, não faça a guerra.' Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas. O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo sempre existiu - das cavernas do paraíso até as 'saunas relax for men'. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provençais do século 12 e, depois, relançado pelo cinema americano da moral cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem - o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção; sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira controlá-lo é programá-lo, como faz a indústria da sacanagem. O mercado programa nossas fantasias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há 'saunas relax' para o amor, onde o sujeito entre e se apaixone. No entanto, em todo bordel, finge-se um 'amorzinho' para iniciar. O amor virou um estímulo para o sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O problema do amor é que dura muito, já o sexo dura pouco&lt;/strong&gt;. Amor busca uma certa 'grandeza'. O sexo é mais embaixo. O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade. Com camisinha, há 'sexo seguro', mas não há camisinha para o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é a lei. Sexo é a transgressão. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo é o sonho dos casados. Amor precisa do medo, do desassossego. Sexo precisa da novidade, da surpresa. O grande amor só se sente na perda. O grande sexo sente-se na tomada de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor é de direita. Sexo, de esquerda - ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por aí, vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos fazer esquecer a morte. Ou não; sei lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Arnaldo Jabor"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-1034294482605246274?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/1034294482605246274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=1034294482605246274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/1034294482605246274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/1034294482605246274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/06/amor-vem-antes-e-sexo-vem-depois-ou-no.html' title='Amor vem antes e sexo vem depois, ou não'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-325750505871815162</id><published>2008-06-24T05:52:00.000-07:00</published><updated>2008-06-24T06:10:42.094-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>O amor impossível é o verdadeiro amor</title><content type='html'>Outro dia escrevi um artigo sobre o amor. Depois, escrevi outro sobre sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois artigos mexeram com a cabeça de pessoas que encontro na rua e que me agarram, dizendo: "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas... afinal, o que é o amor?&lt;/span&gt;" E esperam, de olho muito aberto, uma resposta "profunda". Sei apenas que há um amor mais comum, do dia-a-dia, que é nosso velho conhecido, um amor datado, um amor que muda com as décadas, o amor prático que rege o "eu te amo" ou "não te amo". Eu, branco, classe média, brasileiro, já vi esse amor mudar muito. Quando eu era jovem, nos anos 60/70, o amor era um desejo romântico, um sonho político, contra o sistema, amor da liberdade, a busca de um "desregramento dos sentidos". Depois, nos anos 80/90 foi ficando um amor de consumo, um amor de mercado, uma progressiva apropriação indébita do "outro". O ritmo do tempo acelerou o amor, o dinheiro contabilizou o amor, matando seu mistério impalpável. Hoje, temos controle, sabemos por que "amamos", temos medo de nos perder no amor e fracassar na produção. A cultura americana está criando um "desencantamento" insuportável na vida social. O amor é a recusa desse desencanto. O amor quer o encantamento que os bichos têm, naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, permitam-me hoje ser um falso "profundo" (tratar só de política me mata...) e falar de outro amor, mais metafísico, mais seminal, que transcende as décadas, as modas. Esse amor é como uma demanda da natureza ou, melhor, do nosso exílio da natureza. É um amor quase como um órgão físico que foi perdido. Como escreveu o Ferreira Gullar outro dia, num genial poema publicado sobre a cor azul, que explica indiretamente o que tento falar: o amor é algo "feito um lampejo que surgiu no mundo/ essa cor/ essa mancha/ que a mim chegou/ de detrás de dezenas de milhares de manhãs/ e noites estreladas/ como um puído aceno humano/ mancha azul que carrego comigo como carrego meus cabelos ou uma lesão oculta onde ninguém sabe".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, senhores, esse amor existe dentro de nós como uma fome quase que "celular". Não nasce nem morre das "condições históricas"; é um amor que está entranhado no DNA, no fundo da matéria. É uma pulsão inevitável, quase uma "lesão oculta" dos seres expulsos da natureza. Nós somos o único bicho "de fora", estrangeiro. Os bichos têm esse amor, mas nem sabem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Estou sendo "filosófico", mas... tudo bem... não perguntaram?) Esse amor bate em nós como os frêmitos primordiais das células do corpo e como as fusões nucleares das galáxias; esse amor cria em nós a sensação do Ser, que só é perceptível nos breves instantes em que entramos em compasso com o universo. Nosso amor é uma reprodução ampliada da cópula entre o espermatozóide e óvulo se interpenetrando. Por obra do amor, saímos do ventre e queremos voltar, queremos uma "reintegração de posse" de nossa origem celular, indo até a dança primitiva das moléculas. Somos grandes células que querem se re-unir, separados pelo sexo, que as dividiu. ("Sexo" vem de "secare" em latim: separar, cortar.) O amor cria momentos em que temos a sensação de que a "máquina do mundo" ou a máquina da vida se explica, em que tudo parece parar num arrepio, como uma lembrança remota. Como disse Artaud, o louco, sobre a arte (ou o amor) : "A arte não é a imitação da vida. A vida é que é a imitação de algo transcendental com que a arte nos põe em contato." E a arte não é a linguagem do amor? E não falo aqui dos grandes momentos de paixão, dos grandes orgasmos, dos grande beijos - eles podem ser enganosos. Falo de brevíssimos instantes de felicidade sem motivo, de um mistério que subitamente parece revelado. Há, nesse amor, uma clara geometria entre o sentimento e a paisagem, como na poesia de Francis Ponge, quando o cabelo da amada se liga aos pinheiros da floresta ou quando o seu brilho ruivo se une com o sol entre os ramos das árvores ou entre as tranças da mulher amada e tudo parece decifrado. Mas, não se decifra nunca, como a poesia. Como disse alguém: a poesia é um desejo de retorno a uma língua primitiva. O amor também. Melhor dizendo: o amor é essa tentativa de atingir o impossível, se bem que o "impossível" é indesejado hoje em dia; só queremos o controlado, o lógico. O amor anda transgênico, geneticamente modificado, fast love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi outro dia que "o amor vive da incompletude e esse vazio justifica a poesia da entrega. Ser impossível é sua grande beleza. Claro que o amor é também feito de egoísmos, de narcisismos mas, ainda assim, ele busca uma grandeza - mesmo no crime de amor há um terrível sonho de plenitude. Amar exige coragem e hoje somos todos covardes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o fundo e inexplicável amor acontece quando você "cessa", por brevíssimos instantes. A possessividade cessa e, por segundos, ela fica compassiva. Deixamos o amado ser o que é e o outro é contemplado em sua total solidão. Vemos um gesto frágil, um cabelo molhado, um rosto dormindo, e isso desperta em nós uma espécie de "compaixão" pelo nosso desamparo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos do amor essa sensação de eternidade. Queremos nos enganar e achar que haverá juventude para sempre, queremos que haja sentido para a vida, que o mistério da "falha" humana se revele, queremos esquecer, melhor, queremos "não-saber" que vamos morrer, como só os animais não sabem. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver&lt;/span&gt;. Como os relâmpagos, o amor nos liga entre a Terra e o céu. Mas, como souberam os grandes poetas como Cabral e Donne, a plenitude do amor não nos faz virar "anjos", não. O amor não é da ordem do céu, do espírito. O amor é uma demanda da terra, é o profundo desejo de vivermos sem linguagem, sem fala, como os animais em sua paz absoluta. Queremos atingir esse "absoluto", que está na calma felicidade dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Arnaldo Jabor"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-325750505871815162?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/325750505871815162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=325750505871815162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/325750505871815162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/325750505871815162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/06/o-amor-impossvel-o-verdadeiro-amor.html' title='O amor impossível é o verdadeiro amor'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2109976203243871878.post-955206910794431848</id><published>2008-06-23T12:03:00.000-07:00</published><updated>2008-06-23T12:21:00.774-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>O mundo de hoje é travesti</title><content type='html'>Está rolando na internet um texto ridículo sobre "mulheres" atribuído a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma besta, todos o sabem; mas, não chego a esse relincho lamentável do asno que o escreveu. Diz coisas como: "A mulher tem um cheirinho gostoso, elas sempre encontram um lugarzinho em nosso ombro." Uma bosta, atribuída a mim. Toda hora um idiota me copia e joga na rede. Por isso, vou falar um pouco de mulher, eu que mal as entendo na vida. Não falarei das coxas e seios e bumbuns... Falo de uma aura mais fluida que as percorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto do olhar de onça, parado, quando queremos seduzi-las, mesmo sinceramente, pois elas sabem que a sinceridade é volúvel, não perdura. Um sorriso de descrédito lhes baila na boca quando lhe fazemos galanteios, mas acreditam assim mesmo, porque elas querem ser amadas, muito mais que desejadas. Elas estão sempre fora da vida social, mesmo quando estão dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ser as maiores executivas, mas seu corpo lateja sob o tailleur e lá dentro os órgãos estranham a estatística e o negócio. Elas querem ser vestidas pelo amor. O amor para elas é um lugar onde se sentem seguras, protegidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termômetro das mulheres é: "Estou sendo amada ou não? Esse bocejo, seu rosto entediado... será que ele me ama ainda?" A mulher não acredita em nosso amor. Quando tem certeza dele, pára de nos amar. A mulher precisa do homem impalpável, impossível. As mulheres têm uma queda pelo canalha. O canalha é mais amado que o bonzinho. Ela sofre com o canalha, mas isso a justifica e engrandece, pois ela tem uma missão amorosa: quer que o homem a entenda, mas isso está fora de nosso alcance. A mulher pensa por metáforas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem por metonímias. Entenderam? Claro que não. Digo melhor, a mulher compõe quadros mentais que se montam em um conjunto simbólico sem fim, como a arte. O homem quer princípio, meio e fim. Não estou falando da mulher sociológica, nem contemporânea, nem política. Falo de um sétimo órgão que todas têm, de um "ponto g" da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher não tem critério; pode amar a vida toda um vagabundo que não merece ou deixar de amar instantaneamente um sujeito devoto. Nada mais terrível que a mulher que cessa de te amar. Você vira um corpo sem órgãos, você vira também uma mulher abandonada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda mulher é "Bovary"... e para serem amadas, instilam medo no coração do homem. Carinhosas, mas com perigo no ar. A carinhosa total entedia os machos... ficam claustrofóbicos. O homem só ama profundamente no ciúme. Só o corno conhece o verdadeiro amor. Mas, curioso, a mulher nunca é corna, mesmo abandonada, humilhada, não é corna. O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço.&lt;br /&gt;Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher não vira nada nunca. Nem nunca é corneada... pois está sempre se sentindo assim. Como no homossexualismo: a lésbica não é viado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher é poesia. O homem é prosa. Isso não quer dizer que a mulher seja do bem e o homem do mal. Não. Muita vez, seus abismos são venenosos, seu mistério nos mata. A mulher quer ser possuída, mas não só no sexo, tipo "me come todinha". Falam isso no motel, para nos animar. O homem é pornográfico; a mulher é amorosa. A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Ela não sabe quem é. Mas elas também não querem ser opacas, obscuras. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes. As mulheres não sabem o que querem; o homem acha que sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O masculino é certo; o feminino é insolúvel. O homem é espiritual e a mulher é corporal. A mulher é metafísica; homem é engenharia. A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza. Ela vive buscando atingir a plenitude e essa luta contra o vazio justifica sua missão de entrega. Mesmo que essa "plenitude" seja um "living" bem decorado ou o perfeito funcionamento do lar. O amor exige coragem. E o homem... é mais covarde. &lt;strong&gt;O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí , dança...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mulher é muito mais exilada das certezas da vida que o homem. Ela é mais profunda que nós. Ela vive mais desamparada e, no entanto, mais segura. A vida e a morte saem de seu ventre. Ela faz parte do grande mistério que nós vemos de fora, com o pauzinho inerme. Ela tem algo de essencial, tem algo a ver com as galáxias. Nós somos um apêndice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, as mulheres foram expulsas de seus ninhos de procriação, de sua sexualidade passiva, expectante e jogadas na obrigação do sexo ativo e masculino. A supergostosa é homem. É um travesti ao contrário. Alguns dizem que os homens erigiram seus poderes e instituições apenas para contrariar os poderes originais bem superiores da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres sofrem mais com o mal do mundo. Carregam o fardo da dor histórica e social, por serem mais sensíveis e mais fracas. Os homens, por serem fálicos, escamoteiam a depressão e a consciência da morte com obsessões bélicas, financeiras ou políticas. As mulheres agüentam firmes a dor incompreendida. O mundo está tão indeterminado que está ficando feminino, como uma mulher perdida: nunca está onde pensa estar. O mundo determinista se fracionou globalmente, como a mulher. Mas não é o mundo delicado, romântico e fértil da mulher; é um mundo feminino comandado por homens boçais. Talvez seja melhor dizer um mundo travesti. O mundo hoje é travesti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Arnaldo Jabor"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2109976203243871878-955206910794431848?l=julianotannous.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://julianotannous.blogspot.com/feeds/955206910794431848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2109976203243871878&amp;postID=955206910794431848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/955206910794431848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2109976203243871878/posts/default/955206910794431848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://julianotannous.blogspot.com/2008/06/o-mundo-de-hoje-travesti.html' title='O mundo de hoje é travesti'/><author><name>Juliano Tannous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14172188714722036406</uri><email>julianotannous@gmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06231786717612259608'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>